A pastoral da Liturgia existe para ler e viver a palavra do Senhor Jesus, afim de tocar os corações dos fiéis através da proclamação que se faz presente por Deus através do ministro. Assim, traz de volta ovelhas perdidas, fortalecendo a fé daqueles que buscam. Tem sempre o objetivo de suscitar a fé daqueles que vem a igreja para sentir a presença de Deus.
“Convertei-vos e acreditai no Evangelho”, esse é o desafio que a Igreja lança. Sinal que evoca a penitência exigida pelos pecados e a humildade daqueles que escutam palavras de esperança: a boa nova da salvação.
Segundo o evangelista São Marcos, esse é o sentido do início da proclamação do Evangelho do reino, pelo próprio Jesus, desde o princípio do seu ministério profético. “Completou-se o tempo e o Reino de Deus está próximo: arrependei-vos e acreditai na boa nova”, (Mc. 1,15).
Já no Antigo Testamento toda a pregação profética visava à conversão dos corações ao Deus de Aliança, abrindo-se ao dinamismo da sua misericórdia: “Convertei-vos a Mim de todo o coração. (...) Convertei-vos ao Senhor Nosso Deus, porque Ele é clemente e compassivo, paciente e misericordioso”, (Joel 2,12-13).
É esta relação existente entre a proclamação da Palavra de Deus e a conversão que torna urgente a evangelização. A verdadeira urgência de Deus, do seu Filho Jesus Cristo e da Igreja seu Povo, é o convite à conversão, porque só ela provocará aquela mudança do coração que abre os homens à vida, semeia neles a esperança, e os tornam capazes de rezar e de amar. A igreja não evangeliza apenas como uma instituição qualquer que precisa unicamente divulgar a sua doutrina. A salvação é urgente e isso impele a Igreja para a inquietação do Evangelho.
Por isso, você que tem vontade de participar deste ministério: venha! O senhor espera a todos que querem servi-lo com amor e dedicação. Não se deve receber a graça de Deus em vão, mas se colocar em condição de colaborador. O Senhor escuta ao Seu povo no tempo favorável e ajuda no tempo necessário para que a salvação aconteça. E esse é o tempo favorável, é o momento da salvação, (II Cor 6,1-2).
“Acolhei-vos uns aos outros, como Cristo nos acolheu para a glória do Pai”, (Rom 15,7). A equipe da Acolhida desenvolve o trabalho de recepcionar os irmãos para que se sintam melhores nas missas e encontros. O objetivo principal da pastoral é preocupar-se em passar a imagem de comunidade bonita e acolhedora, que está muito ligada à qualidade de recepção. “As pessoas que vêm a nossa igreja devem voltar para casa mais felizes e agradecidas, com a sensação de que continuar participando faz bem”, diz a coordenadora desta pastoral, Ivone Bueno Souza.
Acolher, dizendo de forma rápida, é receber bem e ir ao encontro de alguém. Isso já é uma essência do acolhimento: receber bem aqueles que adentram a Igreja. O acolhimento é um serviço evangélico – fundamentado pelo Evangelho – que é prestado à comunidade e, por isso, deve ser disciplinado com base na palavra de Deus, que motiva e anima os acolhedores a desempenharem um bom trabalho na pastoral. A atitude de acolhimento evangélico requer tino, sensibilidade e, acima de tudo, disponibilidade em atender de forma criativa a pessoa. Esse gesto é elevado à categoria de pastoral!
“Hoje em dia o povo vai onde se sente bem e ali permanece”, pondera Ivone. Então, segundo ela, a comunidade deve estar aberta a essa nova realidade. Hoje não adianta mais somente fazer as coisas dentro da Igreja, é preciso sair, “ser missionário”. A equipe deve ser um grupo de pessoas ouvintes. Porque na maioria das vezes as pessoas já saem de suas casas feridas e com um simples abraço ou até um aperto de mãos, elas já se sentem acolhidas no amor de Jesus Cristo. Assim, a pastoral da Acolhida precisa principalmente estar sempre amparada na palavra do Senhor, para auxiliar no que for possível, aqueles que ali chegam de forma desamparada.
A coordenadora ressalta que, juntamente com a sua equipe, executa da melhor maneira possível, as funções acima citadas. “O amparo é Jesus Cristo, e, com esta motivação, a pastoral auxilia o padre a acolher as pessoas como se estivessem em suas próprias casas”, complementa.
Trabalhe para o Senhor você também! Escolha a pastoral que mais tem a ver com você e se torne um servo.
Deus chama por você!
“Todos os dízimos da terra, tomados das sementes do solo ou dos frutos das árvores são propriedades do Senhor: é uma coisa consagrada ao Senhor”, (Levítico 27,30).
Dízimo é um ato de fé, de compromisso, de gratidão e de reconhecimento a Deus pelo seu povo. Ao oferecer o Dízimo o cristão expressa a sua convicção de pertencer a Deus, tanto de si mesmo como de tudo o que possui. Antes, portanto, de ser partilha o Dízimo é ação de graças.
Evangelizar é dever de todos e é uma tarefa árdua, ampla e difícil, que deve ser feita com muito amor. O Dízimo possibilita esta evangelização.
Quando você vem à Igreja participar da Santa Missa, percebe que tudo o que existe na casa do Senhor é para o bem da comunidade. Encontra tudo que é necessário para uma boa celebração: cadeiras para sentar, um ambiente limpo; olha para o altar e vê velas acessas e flores; a luz está iluminando, o sistema de som funcionando, e não percebe que alguém está contribuindo para que isto aconteça.
Ainda há a compra de materiais e utensílios litúrgicos, hóstias, cálices, cibórios, folhetos litúrgicos, funcionários, manutenção da igreja, despesas pastorais – com a promoção humana e social - entre outras coisas. Por isso, a Paróquia necessita do Dízimo de todos. Tudo é feito com a supervisão do padre Wilson Vitoriano, pároco da Cristo Redentor.
A pastoral do Dízimo, que é coordenada pela serva Márcia Marcelli, tem papel importante na igreja e conta com uma equipe de, aproximadamente, 15 integrantes. O principal objetivo desta pastoral é o de conscientizar.
Você que sente vontade de se inscrever como dizimista, procure a Equipe de Plantão durante as missas ou na Secretária da Paróquia e faça o seu cadastro. E você que suspendeu temporariamente a sua contribuição, renove a sua aliança de gratidão com Deus. “Eles serão para o Senhor aqueles que apresentaram as ofertas como convém (...). ‘Pagai integralmente os dízimos ao tesouro do templo, para que haja alimento em minha casa. Fazei a experiência – Diz o Senhor – e verei se não (...) derramo a minha bênção sobre vós muito além do necessário’”, (Malaquias 3,3e10).
Olhe para a frente e recomece a partir deste mês.
A paz de Jesus!
As Ostiárias são responsáveis pela organização, limpeza e beleza – com belos vasos de flores – do altar, para a realização das missas e celebrações. Compete a elas a arrumação da credencia com os materiais litúrgicos que serão utilizados na missa para que o santo sacrifício aconteça da forma mais bonita que se deve proporcionar para Deus.
Cuidam da limpeza e conservação da capela do Santíssimo Sacramento, e dos paramentos que o padre utiliza nas missas. É um trabalho de profunda dedicação e zelo pelas coisas sagradas de Deus e da Igreja.
É desta forma que a pastoral leva Jesus para o povo: evangelizando com muita dedicação. Tem que haver muita dedicação e vontade daqueles que querem integrar a equipe. É necessário fazer um curso com os ministros e assim, ao término do curso, exercer a função na pastoral, colocando em prática tudo o que foi aprendido.
Com todas essas responsabilidades, a Pastoral da Ostiária tem muita alegria e satisfação em exercer suas funções dentro da comunidade, executando tudo com o maior empenho e dedicação e acima de tudo o amor a Deus, porque tudo ali preparado é para a honra e glória do Senhor.
É só olhar para JESUS na cruz e ver o maior exemplo de servo obediente e fiel ao Senhor, por isso sempre caminhe por Deus, e não pelos homens, pois os homens decepcionam por não serem perfeitos, o único perfeito é Deus.
Por fim, fica um recado da coordenadora desta pastoral, a Odete Bianchin: “Você que deseja servir ao Senhor: venha! Não há coisa mais gratificante do que servi-lo. Apesar do Evangelho de Jesus Cristo não nos prometer que haveremos de escapar das tribulações, ele nos fortifica o espírito para que aceitemos as adversidades e ainda nos ensina a fazer-lhes frente quando elas aparecerem”.
A PASCOM é um serviço de comunicação feita e recebida na comunidade. Relaciona-se com a imprensa comercial para divulgar a imagem pública da Igreja, bem como procura estabelecer critérios para a formação dos agentes a fim que de assumam a PASCOM como apostolado e não apenas nos aspectos funcional e técnico do uso dos meios.
O membro da Pastoral da Comunicação é uma pessoa da qual se espera uma dedicação especial à reflexão, ao planejamento e à execução de programas e projetos específicos, dentro dos diversos campos que compõem a área da comunicação social.
Na nossa comunidade, a PASCOM é composta por 12 membros que realizam os trabalhos do jornal, do site e das transmissões das missas.
Concluindo, a Pastoral da Comunicação se caracteriza por ser uma pastoral que possui uma vida integrada, participativa, estratégica e aberta à avaliação e à celebração.
Tudo começou quando um grupo de jovens se reuniu para fazer uma confraternização, e em seguida decidiram repartir o alimento que tinham com os irmãos moradores de rua.
A partir desse dia se sentiram tocados por Deus para realizar esse trabalho.
“Quando saímos às ruas procuramos levar não só o alimento físico, mas também o alimento espiritual aos nossos irmãos mais necessitados, porém, o que acontece muitas vezes, é que ao invés de nós transmitirmos algo, são eles que acabam nos ensinando. São coisas simples, mas que nos fazem enxergar o quão miseráveis somos e o quanto precisamos da misericórdia de Deus.
Às vezes temos tantas coisas e mesmo assim sempre murmuramos e reclamamos. Nós encontramos pessoas que têm somente a roupa do corpo e às vezes um cobertor, mas não reclamam de nada e até louvam a Deus pelo que tem.
Existem várias passagens da Bíblia que nos acompanham, mas uma é especial, a dos Atos dos Apóstolos 20,35 que diz que há maior alegria em dar do que receber, assim, na maioria das vezes mais felizes do que eles que estão recebendo, somos nós em poder dar algo que, por menor que seja, é dado de coração.
Embora as perseguições sejam muitas, e não poderia ser diferente, estamos completando 3 anos de caminhada, onde tivemos a oportunidade de vivenciar e partilhar muitas coisas uns com os outros, e também com nossos “irmãos de rua”. Nosso chamado é a prática da caridade sem esquecer a vida em comunidade. Hoje somos uma família e não só realizamos este ato de caridade, como também procuramos estar sempre unidos em oração, para que esta obra que nasceu no coração de Deus não morra jamais.
A comida é preparada na casa do irmão Felipe, que cedeu um espaço para montarmos a cozinha da pastoral.
Para participar é só comparecer. O Pão Vivo se reúne todos os sábados às 18h30 na sala 3 da Comunidade Santa Terezinha – Paróquia Cristo Redentor. Deixo também o meu convite aos jovens que tiverem interesse em viver este “desafio” em nome de Jesus, pois muito mais bonito que admirar este trabalho é fazer parte dele” – diz Thiago, coordenador dessa pastoral.
O ministério de dança Shekináh nasceu no final de 2002 entre outubro e novembro. A ideia de um ministério
De dança surgiu de uma conversa com a Deise do Ministério Ebenezer, nossa madrinha. A partir de então juntamos um pessoal que dançava no átrio da igreja nas missas de avivamento e começamos, mas Deus queria mais...
Parecia simples, mas era um trabalho muito complexo de preparação e evangelização. Preparação não somente física, mas principalmente, a preparação espiritual, a qual buscamos diariamente. Com 2 anos, nosso grupo se tornou uma pastoral: Ministério de Dança Shekináh. Deus nos honrou e mostrou para que viemos. Mostrou a todos a seriedade dos jovens.
Atualmente os ensaios se iniciam com movimentos de oração e evangelização. Trabalhamos teatros, dinâmicas e o incentivo à oração de diversas formas, como a oração do terço e adoração ao santíssimo que nos levam a intimidade com Deus.
As coreografias são criadas por nós mesmos, sempre com o consenso de todos, visando à evangelização em cada movimento.
Somos em 3 coreógrafos com habilidades em ballet e jazz. Há três anos passamos a ensinar crianças, pra gente é uma vitória tudo isso, tudo para Deus.
Ao todo, temos aproximadamente 40 jovens em preparação e o grupo que já está preparado e trabalhando tem aproximadamente 20 jovens.
Atualmente, ensaiamos quatro vezes por semana de acordo com as necessidades e compromissos. A quantidade de ensaios também varia de acordo com a idade e habilidade.
A palavra que nos dá força está em I Crônicas 13,8: “Davi e todo o Israel dançavam diante de Deus, de toda a sua alma, cantando com acompanhamento de citara, de harpas e tamborins, de címbalos e trombetas.”
E os jovens ainda dizem mais, como está escrito em nossa camiseta: “Antes de escolhermos a dança, Deus já havia nos escolhido!” Acreditamos firmemente que Deus sonhou, e que hoje somos fruto de seu sonho.
Graças a Ele, este ano completamos 6 anos de lutas e batalhas, muitas vezes perdidas, mas lutamos, porque a Guerra temos certeza que vamos vencer. A nossa confiança está Naquele que venceu tudo, até a morte
Os catequistas e os formadores são incentivados a consagrarem parte de seu tempo ao estudo de métodos mais adequados evitando “achismos”, a improvisação, ou talvez o desleixo. Ninguém pode dar o que não tem. O catequista é responsável por transmitir a sua fé aos seus catequizandos através de seu testemunho de vida. Uma vida em comunidade, que em união celebra o Ministério Pascal de Cristo, centro de qualquer evangelização.
Em nossa paróquia somos 120 catequistas entre eles: pré-catequese, primeira eucaristia, perseverança e crisma para jovens e adultos. A grande maioria dos catequistas são frutos da própria catequese, ou seja, muitos vieram para ser evangelizados e com o término da catequese tornaram-se excelentes evangelizadores.
São homens e mulheres, jovens, casados ou solteiros que têm sua vida pessoal, mas que se dedicam a formar discípulos. A todos que desejarem fazer parte de nossa pastoral que sejam bem vindos. Que Nossa Senhora, primeira catequista, interceda por todos nós.
Evangelização, oração, família... Essas são algumas das palavras que definem essa pastoral. O Grupo de Rua começou antes mesmo de a nossa Igreja virar paróquia. Quando a comunidade pertencia à Paróquia da Nossa Senhora da Piedade, o Grupo de Rua já atuava junto às famílias para evangelização.
Atualmente, só a Paróquia conta com sete grupos, tendo em média 20 famílias por grupo. As comunidades possuem outros sete grupos, com outros em formação.
Há uma celebração por mês na casa de uma das famílias com a presença de um ministro extraordinário da eucaristia (cada grupo tem um ministro da eucaristia).
De acordo com a coordenadora, o certo seria cada rua ter o seu grupo, sendo que hoje cada grupo é formado por três ou quatro ruas.
Muitos são os testemunhos dessa pastoral: amizades formadas, famílias convertidas, pessoas que retornaram à caminhada na igreja. Uma das participantes fala de sua experiência: “Cada vez que o grupo chegava para oração em minha casa, o meu marido saia para o bar e só retornava quando todos tinham ido embora. Nas minhas orações eu sempre pedia a sua conversão, não desistia, pois sabia e sei que o meu Deus é o Deus do impossível. O tempo de Deus chegou e hoje ele acompanha o grupo junto comigo, para a honra e glória de Deus”.
No primeiro domingo de cada mês, às 7 horas, há a missa na Paróquia com todos os grupos.
Betel em hebraico significa “Casa de Deus”. Nome dado por Jacó ao lugar no qual viu em sonhos uma escada que unia a terra ao céu (Gn 28, 10-22). O grupo começou junto com a Comunidade Ide em plantões de oração, em 2005 se disvinculou da Ide e foi se formando um novo grupo que passou a ser Pastoral de Atendimento e Oração Betel.
Hoje o grupo atende na Paróquia todas as quintas-feiras das 8h às 16h com o objetivo de orar pelas pessoas, aconselhar, visitar os doentes e escutar os problemas dos outros. As pessoas que procuram a Betel são pessoas que vem lutando com as drogas, depressão, enfermidade e outros problemas. Através desses atendimentos foram alcançadas muitas graças, há centenas de testemunhos de cura e libertação.
A pastoral conta com oito servos e doze intercessores que definem a Betel como uma escola. Você aprende muito com as pessoas e seus problemas, existem pessoas com problemas maiores que os nossos, que servem para a nossa reflexão diante das nossas dificuldades.
Todo primeiro domingo do mês é responsável pelo terço na missa de avivamento, há também o terço com a peregrinação da imagem de Santa Terezinha, além disso se reúnem uma vez por mês para oração e edificação da pastoral.
Orar em favor dos que sofrem, escutar e evangelizar é o principal carisma dessa pastoral.